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BRASIL, Sudeste, SAO CARLOS, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, Breton, Livros, Cinema e vídeo, pseudo-erudição em geral
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Filosofia de Cordel


Sobre o triunfal retorno das idéias sem sentido que proferem sentido ao nada, desde que o nada esteja aberto a novas idéias, que de tão sem sentido, nada querem dizer.

Saudações. Depois de um período de ostracismo filósófico assaz prolongado, eis-me de volta com minha idéias fúteis, inúteis e completamente descartáveis, expressadas de forma supostamente barroquista e frugalmente prolixa neste espaço blogueiro cedido gentilmente pela nossa senhora das vidas dos dias atuais, a internet.

 

Não foi sem grande surpresa que resolvi atender à aclamação geral pela atualização deste BLOG (Baboseiras Loquazmente Organizadas em Galhofas), pois desta feita não me utilizei daquele velho estratagema de marketing do qual me esbaldava no ano passado,ou seja, de apoquentar as pessoas até que elas comentassem. Desta vez, para minha mais sincera surpresa, recebi elogios de pessoas que descobriram este BLOG por elas mesmas, sem que eu tivesse de lançar mão da divulgação em massa ou mesmo de chantagem emocional. Fiquei deveras comovido ao notar que estas pessoas pareciam mesmo sinceras ao me implorarem pela volta do livro digital sagrado do Nenhaísmo (um dia falo sobre isso). Chorei por três dias e três noites... E agora que as lágrimas secaram e permitiram, assim, que eu pudesse voltar a enxergar o computador, creio que é o momento de voltar à "ativa". Em nome do graõ-mestre de luz iluminada que nos ilumina a todos, Paulo Bonfá, o "Filosofia de Cordel" faz sua estréia no ano de 2005, e se os deuses das brilhantes idéias, que sempre nos acompanham naqueles momentos em que estamos a sós sentados em nosso trono de sabedoria, por onde aquilo que nos reprime toma caminhos obscuros permitindo a entrada de luz em nossas mentes (porque o resto é escuro mesmo), assim permitirem, esta volta não será efêmera. 

 

É certo que o trabalho é um péssimo ajudante à filosofia, pois que esta necessita do ócio pleno para se desenvolver perfeitamente. O grande filósofo René Descartes (séc. XVII)assume em seu "Discurso do Método" que era um grande vagal e que se não fosse por isso não teria tido as condições de pensar no que pensou. E olha que naquele tempo não havia banheiro, de sorte que as brilhantes idéias deveriam surgir em locais de menor conforto, ainda que em momentos semelhantes ao nosso autal processo de confecção das idéias. Assim sendo, apesar deste que voz fala estar trabalhando, ele procurará adaptar-se aos novos tempos de correria generalizada e procurará, ao menos uma vez por semana, colaborar neste espaço com sua idéias, para que assim a fome e as guerras possam acabar no mundo. Abraço a todos(?).



Escrito por Wallace às 22h02
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Sobre o irreprochável valor da vontade inexorável

Ócio. Eu odeio o ócio, embora deva admitir que de um tempo para cá eu tenha me tornado um escravo dele. Tenho perdido preciosas horas navegando pela internet, mas não em coisas úteis. Só naquelas idiotices de programas de bate-papo e afins. É sempre bom conversar com os amigos, mas ficar tanto tempo nisso como tenho ficado aí já é caso de internação. De preferência em algum lugar que não tenha computador.

Não obstante, algo um tanto paradoxal aconteceu. Numa dessas minhas intermináveis e inexplicáveis perdas de tempo na internet, encontrei uma comunidade no (ou "naquela merda de") Orkut que vai exatamente na contramão deste meu interminável sentimento de letargia. A comunidade chama-se "Se eu quero, eu posso". É legal a idéia, mas nada muito espetacular. Nada que Lair Ribeiro já não tenha dito (e repetido) em um de seus milhares de livros de auto-ajuda. O que me chamou mesmo a atenção nesta comunidade foi o logotipo dela. Observe:

Brilhante. Como diria o Osni, apenas 0,75% da população mundial seria capaz de ter uma idéia como esta. E tenho que admitir que eu estaria entre as 99,25% que não seria.

Mas enfim, "Just do It". Quando queremos alguma coisa de verdade, basta fazer. É bem mais simples do que muitas vezes colocamos. O que temos de nos perguntar é qual o tamanho de nossa vontade de fazer algo. Se a vontade for verdadeiramente forte, acredito que somos mesmo capazes de realizar grandes feitos, para o bem ou para o mal. Essa imagem é simplesmente genial, pois transmite inúmeras mensagens em apenas um desenho. Eu vou ficar com uma delas que é: se com grande força de vontade, determinação e atitude é possível jogar dois aviões em duas torres no coração dos donos do mundo, creio que com qualidades idênticas também seja possível sair do computador para comprar comida, já que a essa hora ainda não almocei.



Escrito por Wallace às 13h38
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Sobre qualquer coisa que seja mais clara

O mundo não pára para que possamos descer e repirar um pouco. Então o negócio é nos adaptarmos às suas rotações, mesmo que em incontáveis momentos nossa vontade seja a de desplugarmos o fio da tomada, só pra dar uma esfriada no aparelho. Esta opção não nos foi dada; sendo assim, o melhor que temos a fazer é tocar o barco pra frente. A filosofia sem sentido é algo profundo demais para ser deixada de lado. Continuemos com as besteiras, então.

Vou colocar uma frase aqui que, quando a ouvi pela primeira vez, meus olhos se encheram de lágrimas. Sim, não consigo explicar perfeitamente o que senti naquele momento tão sublime...palavras são insuficientes para isso. O que posso dizer? Senti-me flutuando, viajando por mundos paralelos, quando um ser superior guiou-me pelas estradas etéreas do conhecimento verdadeiro; senti-me em uma indelével confluência com o Universo, como se nós fossemos apenas um; senti-me numa regressão a outras vidas, como se tudo passasse, de um momento para outro, a fazer sentido, como se tudo, de repente, se encaixasse de maneira quase santa; senti-me ébrio de virtude e beleza, de sabedoria e força, como um resoluto imperador que senta em seu trono cravejado com pedras multicoloridas de novas idéias, após uma conquista além da compreensão humana; senti-me tudo e nada; "o início, o meio e o fim"...

Eis a frase:

"É falando muita merda que a gente aduba a vida..." - Paulo Bonfá (Rock Gol de Domingo)

Minhas mãos tremem neste momento...mal consigo terminar de escrever aqui. Isso é lindo demais...mais uma vez não consigo conter as lágrimas que insistem em molhar minha fronte. Pessoas iluminadas como Paulo Bonfá é que são a essência da existência do Filosofia de Cordel. Em nome de tão mirífica alma, seguiremos em frente.



Escrito por Wallace às 23h59
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Sobre a fase mais obscura deste blog que tem início a partir daqui e não se sabe quando acabará

Tô numa das fases mais obscuras da minha vida. Não sei se quero dividir isso com as pessoas. Contudo, gosto de escrever e quero continuar escrevendo. Mas cansei de ficar fazendo marketing pras pessoas entrarem nesse blog pra ler minhas besteiras. Não vou mais avisar nada pra ninguém sobre isso aqui. Vou simplesmente escrever porque é algo que me dá gosto, por mais depressivas que sejam minhas coisas. Acredito que ninguém tenha nada com isso.

Não se sabe o que pode acontecer, não é? Portanto, mesmo que eu melhore bastante, deixarei esses posts obscuros aí, para alguém que possa vir a ter alguma curiosidade sobre isso, alguma vez na vida.

Vou colocar aí uma música que tenho ouvido várias vezes consecutivas. Ontem ouvi umas nove vezes. Hoje já foram mais quatro. Sem parar. Sem repirar.

Sometimes I feel like I don't have a partner
Sometimes I feel like my only friend
Is the city I live in, the city of angels
Lonely as I am, together we cry
 
I drive on her streets 'cause she's my companion
I walk through her hills 'cause she knows who I am
She sees my good deeds, and she kisses me windy
Now I never worry, now that is a lie
 
I don't ever want to feel like I did that day
Take me to the place I love, take me all the way
I don't ever want to feel like I did that day
Take me to the place I love, take me all the way
 
It's hard to believe that there's nobody out there
It's hard to believe that I'm all alone
At least I have her love, the city she loves me
Lonely as I am, together we cry
 
I don't ever want to feel like I did that day
Take me to the place I love, take me all the way
I don't ever want to feel like I did that day
Take me to the place I love, take me all the way
 
Under the bridge downtown is where I drew some blood
Under the bridge downtown I could not get enough
Under the bridge downtown forgot about my love
Under the bridge downtown I gave my life away
Away



Escrito por Wallace às 11h57
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...

Pau no cu do mundo.

Escrito por Wallace às 14h50
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Sobre algo que é inesquecivelmente marcante na vida de um zé-ninguém com pêlos sobre a face

 

Saudações. Faz tempo que não atualizo essa bagaça. Tudo bem, sei que tô devendo um texto mais interessante para as pessoas fiéis a este blog xôxo, mas acho que é inevitável escrever sobre uma experiência interessante (para mim) que passei no último final de semana. Sei também que a prosposta deste blog era ser algo alem de um mero "querido diário", mas que se foda, tô Nenhaii (um dia escrevo sobre esta seita filosófica que detém as chaves de todas as portas do Universo). Vou falar sobre o xou do Linkin Park - ou "Link Park word tur", segundo os vendedores de camisetas na porta do Morumbi.

Bom, foi a primeira vez que fui a um show internacional. Isso pra mim não é pouca coisa. Das outras vezes que levantei a possibilidade de fazer alguma coisa desse tipo fui completamente infeliz. Ajuntei uma grana para ir ao Monsters of Rock de 96, mas fiquei sabendo que tinha perdido a data. Ou seja: não fui porque fui tosco o suficiente pra não saber o dia ao certo e não consegui transporte a tempo. A segunda já não foi culpa minha. Tava querendo ir ao Róquinrio no dia do xou do Iron Maiden, mas tive prova de vestibular no dia, em BH. Fazer o quê? Bom, o que importa é que desta vez deu tudo certo e eu consegui ver os caras (ainda que de muito longe. Da próxima vez fico na pista) ao vivo.

Outrossim, quero chamar a atenção para um fato que muito me agradou. Observem vocês que o guitarrista do Linkin Park, Brad Delson, tem uma barba enorme. Maior que a minha, até. E o cara toca muito! Isso quer dizer que QUEM TEM BARBA, DOMINA!

Fiquei sabendo que ele queria tocar no Los Hermanos, mas na época ele não tinha barba e os cara não quiseram aceitá-lo na banda. Ae ele ficou triste, deixou a barba crescer e começou a fazer cover do Raul pra ganhar uma grana. Num desses acasos que a vida proporciona, numa noite ele tocava numa pracinha e foi descoberto pelos caras do Planet Hemp. Logo viu que ali teria alguma chance de subir na vida, e adotou o pseudônimo de Marcelo D2 (atenção para a metáfora: D2 = Del Segundo, filho de Del, ou Del Son). Então um belo dia ele tava num buteco (que também era uma dessas pastelarias de chinês) bebendo e viu um cara que não queria pagar a conta gritando muito com o dono do buteco que a breja num tava gelada. Então ele pensou "putz, esse maluco ae tem futuro". O tal maluco se chamava César Benedicto de Paula Morais (guarde bem este nome). Com isso ele visualizou a oportunidade ímpar de montar uma banda de renome internacional - obviamente o gritador deveria mudar o nome para algo mais sonoro, algo como "Chester Bennington" -, sendo que nosso amigo D2 ficaria na guitarra mesmo. Eis aí o mito de formação do Linkin Park, nome que deram em homenagem ao buteco em que eles se conheceram, o "Li-Kim Bar e Patelaria".

Tudo isso foi muito emocionante para mim. O único ponto que achei negativo é que fiquei me esgoelando lá atrás pedindo preles tocarem Raul, mas infelizmente eles não me ouviram. O importante é que minha narração comprova que a barba pode mudar a vida de um homem. Se Raul Seixas estivesse vivo - o que seria algo muito difícil, considerando que o cara nasceu há dez mil anos atrás - ele certamente confirmaria esta minha tese.

Chega de tanta besteira por hoje. Baboseiras à parte, o lance é que esse show foi  DO CARALHO!!!!!!!!!!!!!!!! Curti tanto que agora vou ficar ajuntando grana só pra ir a shows assim. De repente o do Offspring pode ser o próximo...



Escrito por Wallace às 18h41
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Sobre um assunto que urge, em se tratando de uma possível reviravolta nas questões propostas pelo dia-a-dia filosófico, em termos da semântica do assunto tratado no texto que pode vir a seguir, enfim.

Rogo que leia o post abaixo.

Escrito por Wallace às 21h29
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Sobre a sabedoria que advém de uma barba muito bem constituída

Então. Quero discorrer sobre um assunto que vem gerando muita polêmica em minha vida durante as últimas semanas (que até agora não entendo por quê, sendo que o caso não é algo necessariamente raro por aí): minha barba.

Pois é, minha barba anda virando assunto de rodas por aí. Eu digo, sem nenhum receio, que não se trata de falta de modéstia de minha parte nem nada do gênero, pois tenho ficado sabendo dos comentários em geral. E quando não fico sabendo de um comentário ou outro, vejo, como meus próprios olhos, a reação das pessoas que não me viam há algum tempo, ao se depararem com esta minha nova moldura, que me promove uma aura mais intelectualizada, filosófica e aparência de sábio. Não que eu seja merecedor de qualquer um destes rótulos, mas resolvi inovar e estou achando interessante. É um jeito de estar na "mídia" (hohoho).

Acho muito engraçado deparar-me com pessoas conhecidas que REALMENTE  não me reconhecem. Foi o caso da Paula Mari, que ainda demorou algumas palavras para sacar que era eu o ser bisonho que estava a falar com ela. Mais interessante foi a volta para o segundo semestre. Quando entrei na sala da matéria "Políticas Públicas", sentei numa fileira ao lado do Sloth e da Fernanda e cumprimentei as colegas do outro lado da sala com um sorriso, um aceno e um olá. Foi cômico observar aquele olhar de "quem é esse maluco acenando pra gente?" das meninas para mim. Apenas uns cinco minutos depois uma delas soltou uma exclamação: "Nossa, é o Wallace!". Ainda na mesma aula, o professor comentou algo do tipo: "A maioria das pessoas daqui já tiveram aula comigo. Apenas não reconheço duas pessoas desta sala". Uma dessas pessoas era uma garota da psicologia. Desencessário dizer quem era a outra.

Bom, é isso aí. Não vou me alongar mais, porque esse assunto é meio chato de se discutir. Legal é ficar sabendo de coisinhas do tipo "nossa, ele tá ridículo com aquela barba" e coisas afins. Ridículo é questão de ponto de vista Bom mesmo é sentir-se livre pra ser ridículo quando bem entender, a despeito da opinião alheia. Penso que quem não tem coragem de ser ridículo algumas vezes na vida, não tem coragem de ser livre.

Pensei em colocar uma foto minha aqui, barbudo. Contudo, a imaginação é sempre mais bem vinda do que a comodidade da imagem de fato. É só ver o exemplo dos Muppet Babies...



Escrito por Wallace às 21h48
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Comentário sobre os comentários dos que comentaram - parte V

Agradeço também a todas as muitas pessoas que comentaram o post mais popular de todos os tempos (pelo menos na minha página). O assunto não tinha como ser mais besta, afinal cada um usa o bigode que quer. Mas o texto foi muito bem aceito, o que me deixou muito feliz. O Aléquis fez um comentário muito arguto, ressaltando a importância do bigode no futebol brasileiro: “akele bigode clássico dakeles jogadores inesquecíveis foi esquecido...” O Lelo foi essencial ao desenterrar o Pelé no Noroeste. Conhecimentos como este são sempre bem-vindos, principalmente se vierem de pessoas que estudam Ciências Sociais, como eu e o Lelo. A Natizinha, como sempre uma pessoa muito fashion, também deixou seu recado de forma bastante feliz: “eles num têm pq num ta na MODA!!!!” A Andréa também comentou, o que me deixou muito surpreso, pois como ela mesma disse: “internet em casa grande parte das vezes esta ligada ao fator ‘tempo dedicado a inutilidade’ ...” Fico lisonjeado que meu blog esteja inserido nestas inutilidades, pois esta é minha intenção.

A Dani Foi muito bacana também em dizer aquele oi pra mim. Também enchi muito pra ela entrar, mas ela foi muito paciente e educada comigo. Valeu daniii! Já o Brioche, comento quando ele tiver mais classe e menos preguiça.

É isso aí, pessoas. Caso eu tenha cometido alguma injustiça com alguém, esquecido algum nome ou falado alguma besteira, aceito reclamações. Podem colocar no prórpio blog mesmo, pra criar uma polêmica e tal. Se a argumentação for boa, prometo tentar me justificar. Mas é o que sempre digo: pode me esculachar, mas faça com classe. Um abraço e até a próxima.

 



Escrito por Wallace às 14h19
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Comentários sobre os comentários dos que comentaram - parte IV

Estou acabando agora, não desista de ler! Calma! Agora estou chegando aos últimos posts, momento em que resolvi aderir a um marketing precário pra poder deixar o blog mais pop. O Frodozin comentou as quatro últimas mensagens de sabedoria que eu postei. Claro, tive até que fazer chantagem com o cara pra ele querer comentar. Ele demorou, mas caprichou nos comentários. Ainda não consegui entender bem o comentário dele no dia 10/07. Foi muito bonito o que ele disse! Tão bonito que não sei se ele falou sério mesmo! Justo eu que tenho um blog meio ambíguo! O cara me pegou com minha própria estratégia. Quanto a fazer propaganda pro pai dele, bom, acho que ele mesmo já fez. “Forlin 25025 pra vereador hehehehe” . Acabei fazendo também. Acho que vou cobrar uma grana pra isso.

O BZZ também estava deveras inspirando quando comentou o post sobre marketing. Fiquei também muito emocionado quando ele disse “e que tem feito você se manter distante de sua verdadeira origem acadêmica! E tenho dito!” Quem conhece o BezeZÉ  sabe que ele fala desta forma, diariamente. É um cara formado, praticamente casado, e extremamente culto. Depois destas linhas, creio que ele se daria melhor como filósofo de cordel do que como marido ou computeiro. E tenho dito.



Escrito por Wallace às 14h18
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Comentário sobre os comentários dos que comentaram - parte III

Três pessoas comentaram meu post sobre a sensação de não saber nada. A Ju, de Londrina; o Acerola, de Poços; e a Talita, minha coleguinha de turma, em São Carlos. Agradeço aos três pela delicadeza. A Talita me leva mais a sério do que as outras pessoas e me entende bastante. Gostaria que ela escrevesse mais. O Acerola também deveria escrever mais, porque os comentários dele são bem legais. Ele entende o porquê deu criticar tanto o Osni. A Ju eu entendo comentar pouco, pois pra ela é mais difícil. Mas eu sei que ela lê meus textos sempre que pode.

A Aline comentou poucas vezes também. Ela é totalmente “do contra”, mas ela sempre discorda quando digo isso pra ela. A Carina só comentou uma vez até hoje, mas foi bastante prestativa ao ceder-me a frase de minha primeira filosofia de minuto. Valeu, Carina!



Escrito por Wallace às 14h18
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Comentário sobre os comentários dos que comentaram - parte II

Quero agradecer também à Renata, que não comenta muito meu blog, mas tá sempre comentando um monte de coisas da minha vida por e-mail mesmo. Mesmo assim de vez em quando ela se dá ao trabalho de escrever algumas linhas no blog, mesmo que seja só pra me esculhambar. Outra figura assaz importante em minha vida literário-filosófica é o célebre pseudo-intelectual-aspirante-a-acadêmico-e-escritor Osni. O Osni teve decisiva participação no que tange à nota extremamente baixa do meu blog, quando ele perdia boa parte do seu precioso tempo entrando diversas vezes aqui para conceder-me a nota mínima. O Osni me ensinou a conviver com a crítica literária, que fará parte de minha vida como escritor, mesmo quando estiver na ABL. Quanto aos seus comentários, só tenho a dizer uma coisa: Osni, vai te catá! Vê se aprende a argumentar, ce é muito fraquinho!

Os comentários do Lobo ganharam o prêmio de extensão. São realmente bem grandes e bastante rebuscados. “(...) escolha entre a forma ou o conteúdo, mas seja qual for a escolha prime pela perfeição” Muito lindo isso. Quem leu este comentário pode até ter pensado que ele leva esse blog a sério. Já o Gonzo também é um ícone a quem devo muito de minha brilhante carreira filosófica. Se não fossem seus comentários estimuladores, em posts que ninguém comentou, creio que teria desistido de dividir com o mundo minhas tão relevantes reflexões. O Gonzo é uma pessoa muito importante para a filosofia de cordel brasileira contemporânea, pois está sendo fundamental na divulgação (e divagação) deste site. Observe o comentário duplo de Gonzo no post do dia 30/03/2004. Ele diz, e repete, para afirmar sua opinião: “eh”. Curto, claro, direto e objetivo. Fiquei profundamente comovido e sou-lhe grato por este estímulo.

Escrito por Wallace às 14h16
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Comentário sobre os comentários dos que comentaram - parte 1

Este é um post singular e inédito, uma espécie de "Edição Especial", o qual espero repetir de tempos em tempos, já que tenho a intenção de tornar este blog um pouco mais popular do que ele vinha sendo. E quem pode fazer deste blog um blog popular (como sugere a idéia de uma filosofia de cordel - de má qualidade, mas bastante divulgada) são justamente as pessoas que entram aqui, lêem e comentam. Vou publicar em mais de um, para não afugentar as pessoas. Vai ficar meio grande, pra poder (tentar) ficar legal. Quem tiver paciência de ler cada tópico não irá se arrepender (é o que espero, mas não aceito processo caso aconteça).

Minha primeira idéia era deixar para escrever daqui a alguns dias, para dar mais tempo às pessoas de lerem o último post. Entretanto, chegou-me a notícia de que hoje é Dia do Escritor, e este aspirante a uma vaga na Academia Brasileira de Letras não poderia deixar passar em branco data de tamanha importância. Agora chega de delongas. Vamos aos comentários.

Primeiramente, gostaria de agradecer a todos que comentaram. À Béucia e à Millenicas Bolin di Arroiz pelos útimos comentários muito carinhosos. Aliás, a Béucia tem agüentado as sucessivas besteiradas que coloco nos meus textos desde o começo (foi a primeira a comentar), o que me deixa muito feliz e ao mesmo tempo com muita dó da garota. Algumas pessoas tiveram participações-relâmpagos, como a Chris, a Thais, e Najma e até algumas pessoas que eu não conheço. Agradeço a elas também e serão muito bem vindas quando quiserem aparecer.

 



Escrito por Wallace às 12h39
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Sobre a infalibilidade do marketing quando bem empregado

Sucesso ESTRONDOSO  meu post sobre o bigode no futebol brasileiro! Nunca antes consegui que meia dúzia de pessoas comentassem meu humilde blog! Mas qual será o segredo de meu bom empreendimento? Se eu fosse um cara esperto mesmo, eu não contaria. Mas a Béucia não quis me ensinar a ser espertão como ela, logo, continuo nada esperto e contar-lhes-ei, então, minha fórmula mágica: marketing. Pois é, fiz um marketing - mal feito, admito - apresentando meu brógui pra galerinha do icq; Ae deu certo e a galera entrou pra comentar! Tive praticamente que implorar para que as pessoas assim o fizessem, mas deu certo afinal. Imagine então quando o marketing é bem feito? Em época de eleições, isso é um caso a ser pensado. É um caso para eu mesmo pensar também, depois que terminar meu curso de Ciências Sociais.

Enfim, agradeço às pessoas quem têm comentado meu blog. Elas têm colaborado profundamente para minha elevação espiritual.

PS: O BZZ tocou num ponto importante: o Valdir do Vasco realmente ainda usa bigode. É de fato um cara que eu tinha esquecido. Talvez porque o bigode dele não seja lá muito impressionate, mas isso não vem ao caso. Quanto ao amigo Pelé, isto foi uma novidade para o autor destas linhas. Agradeço ao Lelo por mais esta oportunidade que me deu de crescer culturalmente.



Escrito por Wallace às 01h30
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Sobre o bigode no futebol brasileiro

Andei observando, nos muitos jogos de futebol que vejo pela tv, que não existem mais jogadores ostentando aqueles bigodes  à la Ricardo rocha, Rivelino e outros mais. Eu me pergunto o porquê disso. Afinal, nada mais brasileiro e tradicional do que aquele tipo de bigode. Aquele tipo era bacana, porque é bem nacional. O que o Giba, do volei, usou hoje, é muito mexicano. e nós vamos jogar contra o México daqui a pouco! Qual será que é a dele?

Observem. Se alguém souber de algum jogador que use aquele tipo de bigode, avise-me. Farei alguma referência a ele em algum post futuro. Sem boiolagem.

E reparem ainda: nem no nordeste, pela herança do cangaço e das grandes propriedades de açucar, vemos jogadores com bigodes que imponham respeito. Salve Ricardo Rocha.



Escrito por Wallace às 22h09
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